Departamento de Educação Infantil - Queimadas - Bahia

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domingo, 16 de março de 2014

2º Encontro pedagógico PARALAPRACÁ - Queimada - Bahia

No Segundo encontro PARALÁPRACA....foi trabalhado....
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VIVÊNCIA...refletindo e trabalhando o CONCEITO DE REDE

Uma Rede Social é uma estrutura composta por pessoas ou organizações , conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. 
Uma das Características fundamentais de definição das Redes é a sua porosidade e abertura, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes.
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CONCEITOS TRABALHADOS NA VIVÊNCIA
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Porosidade
Abertura
Ligação
Responsabilidade
Relações
Horizontalidade
Partilha
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Logo a seguir FOI ABORDADO a IMPORTÂNCIA DO CUMPRIMENTO DA ROTINA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
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A rotina escolar é uma seqüência de atividades que visam a organização do tempo que a criança permanece na escola. 
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Apóia-se na reprodução diária de momentos e nos indícios e sinais que remetem às situações do cotidiano.

Numa canção na entrada à bandeja do lanche, os alunos prevêem as atividades que se seguirão: “Depois do lanche tem brinquedo no parque”, “Depois da roda a gente desenha, pinta, faz trabalho com massinha”.

A espinha dorsal da rotina são alguns marcos temporais que quase nunca se alteram: a chegada, a roda, o lanche, o pátio, a saída, e é importante manter constantes os parâmetros principais da rotina, para que as crianças se sintam seguras e não se desorganizem.

Entretanto, outros momentos se interpõe, levando em conta o ritmo do grupo, que é dinâmico. Assim, constantemente surgem novas experiências e alterações, mas o professor se manterá em seu papel de “porto seguro”.

Uma rotina compreensível e claramente definida é, também, um fator de segurança. Serve para orientar as ações das crianças e dos professores e favorece a previsão de situações que possam vir a acontecer. As atividades de rotina são aquelas que devem ser realizadas diariamente, oportunizando as crianças o desenvolvimento e a manutenção de hábitos indispensáveis à preservação da saúde física e mental como, por exemplo, a organização, a higiene, o repouso, a alimentação correta, o tempo e os espaços adequados, as atitudes, as atividades do dia, etc.

Por caracterizar-se como facilitadora da aprendizagem, a rotina, então não deve transformar-se numa planilha diária de atividades, rígida e inflexível, exigindo a adaptação da criança a ela. A flexibilidade, portanto, é fundamental e a criança precisa aprender a lidar com o inesperado.


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Continuando a Série PARALÁPRACA
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Pudemos ter acesso aos conceitos que sustentam o fundamento que considera a brincadeira como situação existencial que permite que as crianças expressem o que sentem e pensam sobre o mundo de uma forma própria. Assim, ficou claro que por meio das brincadeiras, elas se aproximam-se da sua cultura, criam e reinventam sua própria realidade, fazem escolhas, tomam decisões e, nas palavras de Chico dos Bonecos, no vídeo Assim se brinca, experimentam, investigam e exploram.

Brincar é tão importante para a criança que se faz necessário priorizar espaços e momentos específicos nas instituições de Educação Infantil, ora para que brinquem livremente, ora para as brincadeiras dirigidas. Por isso, cabe ao educador dialogar com a comunidade e seus colegas sobre a importância da brincadeira para o desenvolvimento infantil, além de planejar criteriosamente situações que garantam o brincar é um direito das crianças terem acesso a essa cultura milenar e planetária dos brinquedos e brincadeiras.
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As propostas que foram apresentadas favorecem esse diálogo e sugerem atividades com as crianças, desde a exploração de textos do Almanaque Paralapracá, que brincam com as palavras, passando pelas várias brincadeiras sugeridas por Adriana Friedman no livro A Arte de Brincar: Brincadeiras e Jogos Tradicionais, até a construção de brinquedos propostos no livro Baragandão Arco Íris, além das brincadeiras de faz-de-conta – essas inventadas sem dificuldade pelas próprias crianças a partir das suas vivências sociais.
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No encontro, também foi refletido sobre a dimensão cultural e o direito de brincar na infância.

























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